Ubuntu One

Opa, estou de volta e dessa vez vou fazer um review das funcionalidades do Ubuntu One, o serviço de computação em nuvem da Canonical para o Ubuntu. Nesse post, vou me concentrar na versão free do serviço, mas também vou comentar sobre as diferenças para a versão paga.

Ubuntu One

Com cerca de 1 ano de existência, o Ubuntu One atingiu recentemente a marca de 1 milhão de usuários. Em comemoração a esse marco, o armazenamento disponível na versão gratuita do serviço aumentou de 2 GB para 5 GB. Já a versão paga, permite aumentar esse espaço comprando “blocos” de 20 GB adicionais que saem por US$ 2,99 ao mês ou US$ 29,99 com o desconto do plano anual. A versão paga oferece também recursos extras para uso com celulares, assunto que vou falar logo abaixo.

Primeiro, vamos aprender a ativar o serviço no seu Ubuntu. Para isso, clique no ícone do envelope na barra superior e selecione a opção Ubuntu One para abrir o painel de controle do Ubuntu One. No botão “Entre Agora”, você pode criar a sua conta e um ID da Canonical que pode ser usado em todos os seus serviços.

Painel de Controle do Ubuntu One

Feito isso, o painel do One vai mudar, passando a apresentar as opções do serviço e a mostra o espaço utilizado no momento. Na aba “Conta”, você pode configurar o seu plano do One, comprar mais armazenamento e adicionar serviços. Em “Pastas Na Nuvem”, você pode adicionar e remover pastas no serviço. Em “Dispositivos”, você gerencia quais computadores e celulares estão conectados ao serviço. E, por último, “Serviços” permite escolher o que será sincronizado. As opções são: arquivos, contatos e notas do Tomboy.

Painel de Controle do Ubuntu One

Você vai perceber que o seu diretório pessoal ganhou uma nova pasta, com o nome “Ubuntu One”. Essa pasta é sincronizada com a nuvem e qualquer arquivo que seja jogado lá dentro vai ser enviado para a nuvem. Também é possível enviar para o One outras pastas, bastando clicar nelas com o botão direito, navegar até o menu “Ubuntu One” e selecionar “Sincronizar”. Eu, por exemplo, sincronizo diversas pastas do meu computador, para ter acesso a arquivos da faculdade e trabalho tanto em meu notebook quanto em meu desktop e no smartphone.

Adicionando uma pasta ao Ubuntu One

Uma dúvida recorrente é sobre o compartilhamento de arquivos. É possível compartilhar pastas diretamente com outros usuários do One. Mas normalmente precisamos compartilhar arquivos com pessoas que não tem e nem querem ter o trabalho de fazer uma conta por lá :D. Nesse caso, o Ubuntu One permite criar uma link público para acessar o arquivo. Aí é só enviar o link para a pessoa e tudo resolvido. Isso também é feito através do menu de contexto (lembrando que o arquivo tem que estar em uma pasta sincronizada com o serviço):

Publicar arquivos no Ubuntu One

Assim que o arquivo estiver publicado, o One irá mostrar uma notificação:

Notificação de publicação

Voltando ao menu de contexto, você pode obter o link para enviar para a pessoa que você quer que acesse o arquivo:

Copiando o link do arquivo publicado no Ubuntu One

Essa função de publicação é especialmente útil para compartilhar arquivos grandes demais para enviar como anexo por e-mail. Eu mesmo já usei até para enviar arquivos para máquinas remotas sem dificuldades.

Agora vamos sair um pouco da parte desktop do One e passar para o cliente para celulares. Vou falar aqui sobre o cliente para Android, que uso em meu smartphone. O Ubuntu One oferece gratuitamente para celulares o serviço de compartilhamento de arquivos. Os planos pagos adicionam o streaming de música no celular (tanto as suas músicas quanto as compradas na Ubuntu One Music Store) e a sincronização de contatos. Esses dois serviços não me chamaram muito a atenção, já que o Android já sincroniza contatos com o Google e, em relação ao streaming, não tenho banda 3G suficiente para isso (e o plano sairia bem mais caro que o cartão de memória de 16Gb que eu comprei).

Apesar das afirmações acima, o serviço de sincronização de arquivos do celular é muito útil. Primeiro, baixe o aplicativo no Android Market (ou use o QrCode abaixo):

QrCode - Ubuntu One para Android

E estamos prontos:

Ubuntu One para Android

O aplicativo é bem interessante. Primeiro, por que ele não sai baixando os arquivos para o celular como o aplicativo desktop. Afinal de contas, banda e espaço de armazenamento são problemas em celulares. O aplicativo apenas sincroniza os nomes dos arquivos. Se você tentar abrir um arquivo, aí sim ele será baixado no celular (na pasta u1 do cartão de memória). Uma opção boa do programa é permitir escolher se o One será sincronizado via 3G e Wifi ou somente via Wifi, evitando que ele acabe com sua franquia do 3G.

Um outro recurso de destaque é o envio de fotos e vídeos. Com ele ativado, cada vez que você bater uma foto ou filmar alguma coisa, o filme ou foto será enviado para uma pasta separada no One (com o nome do telefone. No meu caso, a pasta “Pictures – GT-I5500B” da home, já que tenho um Galaxy 5). Esse envio automático vai respeitar a configuração de uso do 3G e Wifi ou seja, nada de estourar a cota do 3G.

O Ubuntu One amadureceu bastante nesse um ano de vida. O serviço está bem estável agora. Apenas sinto falta da possibilidade de sincronizar apenas um arquivo (e não uma pasta toda), a falta do cliente para outras distro (para Windows existe um cliente em fase beta)  e ainda acho que ele demora um pouco para começar o upload de vez em quando. Como pontos positivos, destaco a integração com o Ubuntu, muito bem feita, e o excelente cliente para smartphones. Se você já usa o Linux da Canonical, vale a pena dar uma olhada no Ubuntu One e seus recursos. Até a próxima!

HomeBank – Controle Financeiro

Uau, agora eu fiquei um bom tempo fora… Mas estou de volta e vou aproveitar para dar uma dica sobre um programa para gerenciar suas finanças pessoais, o HomeBank. De início, pensei em controlar meus gastos com uma planilha, mas acabei desanimando de fazer macros, preparar a planilha e comecei a procurar programa dedicados ao controle dos gasto. Eu testei vários softwares, mas esse foi o que mais me agradou, devido à facilidade de uso do programa.

O primeiro passo é criar uma carteira (Arquivo > Novo ou usando o ícone na barra de ferramentas). Feito isso, você agora deve adicionar contas, que podem representar contas bancárias reais ou mesmo o dinheiro que você deixa embaixo do colchão :).

Toda vez que você gastar ou ganhar dinheiro, basta selecionar a conta correspondente e clicar em Adicionar para realizar uma nova transação. Na tela para realizar a movimentação é possível informar para onde vai o dinheiro e incluir o gasto em uma categoria (que é bem importante, isso vai ser usado para gerar relatórios). Também é possível configurar transações automáticas, que sempre ocorrem em uma mesma data. Usando esse recurso, você pode fazer o programa incluir o seu salário mensalmente e debitar qualquer gasto constante automaticamente.

Apesar de não ser muito trabalhoso, é bom ter um motivo para fazer esse controle. O HomeBank possui relatórios bem completos no menu Relatórios > Estatísticas, apresentando gráficos com seus gastos mensais separados por categoria ou credor, o que ajuda bastante na hora de saber com o que você mais anda gastando. Outra opção interessante é a “Custo do Carro”, para avaliar o quanto você anda gastando com seu carro. É possível definir limites de orçamento para cada categoria, como liberar apenas R$200,00 para gastar com almoço e por aí vai.

Depois de algum tempo com o HomeBank, já vejo as vantagens em manter o orçamento sob controle com ele: maior controle, relatórios, facilidade de uso… Para quem quiser experimentar, o programa está disponível nos repositórios, então basta abrir a Central de Programas e instalar por lá (é um download pequeno, menos de 1MB. Vale conferir!

A escala do universo em Flash

Post rápido, mas bem interessante. É um jogo em Flash que permite ver a escala comparativa de tudo no universo, desde o universo subatômico, passando pelos animais, grandes obras humanas, chegando até as maiores estrelas e galáxias. Basta deslizar o controle na parte de baixo da tela para viajar entre as dimensões do universo.

Confira em: http://www.newgrounds.com/portal/view/525347

Google quer comprar a Canonical?

Corre o boato que o Google estaria interessado na aquisição da Canonical, a mantenedora da distribuição Ubuntu. O valor da negociação seria cerca de US$ 200 milhões. Recentemente, a Canonical anunciou que o Google Chrome OS estava sendo feito em parceria com o Google e utilizava código do Ubuntu. Se você ler as instruções de compilação do Chrome OS, verá que diversos passos, como a inclusão do arquivo sources.list do apt-get (nesse passo, a página até informa que é possível usar os repositórios do Ubuntu em substituição aos do Google), mostram claramente se tratar de um Ubuntu modificado.

Honestamente, não acredito que o Google irá fazer um sistema operacional que dependa totalmente de outra empresa, então a compra é bem lógica. A Canonical ainda é pequena, mas tem possibilidades grandes de expansão com os contratos de suporte empresarial para servidores (onde a distro sul-africana vem crescendo e mostrando muita competência) e nos contratos OEM com a Dell e outros distribuidores. Se esperar muito, a Canonical pode ficcar cada vez mais cara, basta lembrar do caso da Red Hat, que sofreu um crescimento impressionante. Então a hora é agora.

Uma questão levantada é a continuidade do Ubuntu. Eu não vejo nenhuma ameaça à distro. Primeiro, porque o fim da distribuição com certeza iria enfurecer sua comunidade, o que iria reduzir substancialmente a contribuição de programadores voluntários, o que não é negócio para o Google. Segundo, o Ubuntu não compete com o Chrome OS. A idéia do SO do Google é mudar o paradigma da computação, acabando com o desktop e movendo os dados para a nuvem. Com essa alteração, todos os SOs anteriores perdem o sentido. A Microsoft derrubou a IBM ao mover o paradigma do hardware para o software, do mainframe para o PC e com isso quase destrui por completo a Big Blue. O Google que alterar o mercado para, com isso, derrubar a base da MS (Window + Office). Irá conseguir? Só o tempo dirá, mas eu apostaria minhas fichas na nuvem…

google quer comprar a canonical?

Review: Adaptador Wireless USB Encore ENUWI-G2

Bem, recentemente a placa wireless do meu notebook parou de funcionar repentinamente. Com isso, fiquei meio sem alternativa, além de um receptor externo (não acho placas PCMCIA ou Express Card aqui na minha cidade de jeito nenhum). A única exigência era que o receptor em questão fosse compatível com Linux, então optei por levar o note para a loja e testar na hora. Dos três modelos, o ENUWI-G2 funcionou, bem como um outro de marca genérica. O terceiro, um Wifi n da Encore era reconhecido mas não achava rede nenhuma, então levei o primeiro modelo.

encore  ENUWI-G2A configuração no Ubuntu não podia ser mais simples: basta plugar e já está reconhecido, funcionando e buscando a rede. O adaptador é muito bom, tendo um alcance ligeiramente superior ao meu wifi nativo. O adaptador vem com um cabo para ligá-lo à USB, caso não queira ligar o adaptador diretamente. O chipset é de qualidade, um Realtek RTL8187B, sem reclamações nesse ponto. O adaptador não esquenta muito, o que é bom já que minha USB fica do lado do teclado do laptop.

Como pontos negativos, temos a falta de suporte ao 802.11n (ele é 802.11g) e o tamanho, que é um pouco avantajado, um meio termo entre um pendrive e um MP3 player.

Em resumo: se está precisando de um bom receptor wifi USB, com um bom preço e compatível com Linux, esse é uma ótima opção.

Ano novo

Bem, hoje é dia 31/12 e estamos nas últimas horas de 2009, então vou aproveitar e desejar um feliz e próspero ano novo para todos  no primeiro reveillon do meu  blog! Até 2010 e continuem seguindo os posts por aqui.

Review: Amarok 2.2

No meu review sobre o novo Kubuntu 9.10, comentei sobre as novidades do Amarok, que são tantas que com certeza merecem um post exclusivo para apresentar a nova versão do player.

O Amarok sempre foi uma das pedras preciosas do KDE e do GNU/Linux. Nenhum outro player consegue igualar o Amarok na hora de organizar e reproduzir áudio. Porém, desde que passou para a nova versão 2.x, o player passou a apresentar uma série de bugs irritantes, especialmente ao indexar a coleção, que é justamente o ponto principal do player. Felizmente, a versão 2.2 representa o fim desses problemas. A coleção é indexada tão bem quanto antes e o player voltou a ser estável como uma rocha.

amarok 2.2

O novo Amarok finalmente ultrapassou as funcionalidades da versão 1.4. A 2.2 acrescentou duas capacidades incríveis ao melhor player do mundo: o Amarok mostra automaticamente videoclipes do Youtube da mesma banda que você está escutando, sendo possível reproduzi-los direto no Amarok e mostra um slideshow da banda com fotos do Flickr.

youtube no amarok

O miniaplicativo da Wikipédia voltou a ser como no Amarok 1.4, permitindo navegar na Wikipédia dentro do próprio player e selecionar se você deseja ver a página do artista, do álbum ou da música.

wikipedia no amarok 2.2

O gerenciador de capas está mais eficiente. Ao invés da Amazon, ele agora busca as capas dos álbuns no Last.FM, o que melhorou muito a taxa de acerto. A integração com o Last.FM está muito boa, com botões para adicionar a faixa diretamente aos favoritos.

As listas dinâmicas continuam por ali, permitindo deixar o Amarok selecionar faixas de acordo com as regras que você definir. É bem fácil definir um artista e mandar o Amarok tocar tudo que for parecido :D. Voltou a ser possível definir um banco de dados MySQL externo para o Amarok, o que costuma ser útil para pessoas com coleções realmente grandes, que fiquem lentas no banco SQLite do Amarok.

A interface é mais personalizável, apresentando o comportamento padrão do programas do KDE 4.  Basta clicar com o botão direito na barra superior e desmarcar a opção “Travar Layout” para poder arrastas  vontade as barras e painéis. É possível inclusive deixar ele com o visual do Amarok antigo, apesar do novo layout ser bem mais prático.

A playlist pode ser organizada em diversos subníveis, basta clicar no último ícone abaixo da playlist. Também é possível fazer isso clicando na parte de cima da lista. É possível ligar ou desligar o agrupamento, exibir controles de reprodução na faixa tocada, alterar a forma de agrupamento, etc.

amarok - editor de layout da playlist

A única coisa que falta é o gerenciador de fila do 1.4, que permitia reorganizar a fila de reprodução. A função de fila atual se resume à incluir/excluir faixas da fila.

Finalizando, o novo Amarok está sensacional: estável, cheio de novas funções e belíssimo. O Amarok 1.4 pode finalmente descansar e dar lugar ao seu sucessor, que é um player realmente superior. Vale conferir.

Review: Ubuntu 9.10 e Kubuntu 9.10 (Karmic Koala)

Eu uso o Ubuntu desde a versão 8.04, sendo que essa ainda é a mesma instalação. Eu atualizei o sistema do 8.04 para o 8.10, do 8.10 para o 9.04 e do 9.04 para o Karmic. Vou postar agora minhas impressões da nova distro.

Atualização

O processo foi tranquilo, apesar de ter demorado. Eu tenho muitos programas, uma pancada de jogos e o update foi 5GB :D (culpa de Nexuiz, Sauerbraten e companhia). Após o update, ocorreu algo no mínimo curioso: foi instalada a interface do Ubuntu Netbook Remix! Tudo bem que meu note tem tela de 12′, mas chamar de netbook é sacanagem. Nada que remover o pacote ubuntu-netbook-remix-desktop não resolvesse.

O novo Ubuntu

A primeira impressão veio no boot: a nova tela de splash é muito bonita, e a tela de carregamento do X também é de muito bom gosto, assim como o tema do GDM. A má notícia é que na nova versão parece que não dá para trocar o tema do GDM.

O tema Human foi redesenhado, sendo mais marrom e menos laranja :D. O novo tema de ícones é muito mais bonito que o anterior, ponto para a Canonical.

O que chamou atenção é que o sistema está bem mais rápido. O Nautilus abre mais rápido, os programas abrem mais rápidos, o desempenho realmente é melhor e o sistema responde muito bem. A maior melhoria foi no OpenOffice, agora na versão 3.1. O carregamento do OO.org está muito mais rápido mesmo e a nova versão ainda é bem mais compatível com os arquivos do MS Office 2007 (todos os documentos do Word e Powerpoint 2007 que abri vieram perfeitos ou com, no máximo, algumas coisinha fora do lugar, mas tudo legível).

O mixer foi alterado, usando agora o mixer do Pulseaudio. A vantagem é que o novo mixer é bem simples, sem todos aqueles canais. Uma das minha eternas críticas sempre foi a complexidade dos mixers dos sistemas operacionais, mas esse é bem simples: entrada e saída. Precisa de mais?

Central de Programas do Ubuntu

Uma das maiores novidades. O “Adicionar/ Remover” foi substituído pela nova central de programas. A separação em categorias é bem mais clara. Ao navegar pelos programas, os softwares já  instalados são marcados com um sinalzinho verde (achei que poderia ser algo mais visível). Ao clicar em um programa, ele abre uma tela com informações, um link para o site do desenvolvedor e um screenshot (finalmente!). Ao instalar ou remover um software, ainda é possível navegar e realizar outras operações de adição/remoção de programas, sendo que ele gerencia a fila de tudo.

Ubuntu One

O Karmic inclui o Ubuntu One, o serviço de computação em nuvem da Canonical. Com ele, você tem 2GB de espaço gratuitos (50GB pagos) para utilizar. Ainda é possível sincronizar as notas do Tomboy, favoritos do Firefox e contatos do Evolution. O One cria uma pasta “Ubuntu One” na sua home e tudo que você mover para lá será enviado para o One e tudo que você colocar lá pela interface web também aparecerá no seu PC.

A interface web é simples, mas permite ver, adicionar e editar contatos e notas. Um serviço realmente útil.

O novo Kubuntu

Eu também possuo o KDE em minha máquina, então farei um review do Kubuntu também. A principal mudança é a atualização do KDE da versão 4.2 para a 4.3. A única coisa a dizer é que o novo KDE 4 está sensacional, absolutamente espetacular. O tema é o mais bonito que já vi em qualquer SO. O Kwin está bem mais leve e seus efeitos 3D já estão tão leves quanto os do Compiz (e o Kwin não tem os bugs do Compiz para jogos em tela cheia). O KDE está muito mais rápido e o Kubuntu inclui um novo Network Manager (bem melhor que o anterior).

O Dolphin agora pode reproduzir arquivos de áudio e vídeo diretamente (!) e o K3B já está em QT4. O Amarok passou por várias melhorias e, finalmente, passou o nível do 1.4 (é, está melhor que ele). O player agora reproduz clipes do Youtube e mostra slideshows do Flickr. As alterações foram tanta que não vou nem tentar explicar agora e vou deixar o assunto Amarok 2.2 para o próximo post.

O KDE 4 chegou lá. Já dá para esquecer o saudoso KDE 3.5, pois o 4 já iguala seus recursos, adiciona coisas novas e possui um visual inigualável.

Com isso, termino o review do Karmic. Para quem ainda não está testando, vale a pena. O Ubuntu está cada vez melhor e a Canonical aprimora cada vez mais sua distro. Vale conferir.



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